domingo, 1 de fevereiro de 2015

De volta ao Blog original

Ultrapassados alguns problemas com o antigo blog - pelo menos assim esperamos - voltamos à origem.
A partir de hoje, estamos  aqui.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

12 pensamentos de Santo Agostinho sobre o amor a Deus

1 – Para quem ama Jesus, a própria dor consola.
2 – Que maior causa pode haver na vinda do Senhor senão mostrar-nos Deus o seu amor?
3 – Que o homem, alegrando-se em ser amado por Aquele que teme, ouse amá-lo também e tema desagradar o seu amor, ainda que pudesse fazê-lo impunemente.
4 – Somente serás agradável a Deus quando Deus te for agradável.
5 – Ama aquele que habita em ti desde o batismo. Porque, habitando mais perfeitamente em ti, te fará cada dia mais perfeito.
6 – Deus precisou de apenas uma palavra para criar-nos, mas de seu sangue para redimir-nos. Se às vezes te sentes frustrado por tuas misérias, recorda quanto custaste.
7 – Amando a Deus nos tornamos divinos; amando ao mundo nos tornamos mundanos.
8 – O amado participa da característica do amante. Por isso, quando se ama o eterno, a alma participa da eternidade.
9 – Dois amores construíram duas cidades. O amor de Deus construiu Jerusalém. O amor do mundo ergueu a Babilônia.
10 – O amor é como a mão da alma. Enquanto segura uma coisa não pode pegar outra. Por isso, quem ama o mundo não pode amar a Deus. Está com a mão ocupada.
11 – É uma lei de justiça retribuir o que se recebeu. Como Deus nos deu o que somos, devolvamos-lhe todo nosso ser.
12 – Se Deus é o bem supremo do homem, viver bem não pode consistir em outra coisa que em amá-lo com toda nossa mente e alma.
Por prof. Felipe Aquino via Aleteia, aqui

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

SEREMOS IP?

A inveja é um defeito humano e parece ser uma marca lusitana.
A inveja obscurece o olhar interior. Não deixa reconhecer o que se conhece.
Já Ésquilo notava: «Há poucos homens capazes de prestar homenagem ao sucesso de um amigo, sem qualquer inveja».
É pena, porém, que assim seja.
Em Portugal esta pulsão parece atingir o paroxismo.
José Gil disse que, no nosso país, a inveja é um sistema.
E recordo a impressão que, em tempos, se instalou em dois turistas no final de uma visita à nossa pátria.
Duas letras serviam, segundo eles, para nos caracterizar: IP.
Os portugueses, diziam, sentem inveja de quem tem mais e pena de quem tem menos. Será?
Fonte: aqui

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Enormes multidões e igrejas que fecham


Tenho diante de mim duas notícias de sinal contrário. Uma diz que no passado dia 18 de Janeiro o Papa celebrou a Missa com o maior número de participantes de toda a história – entre 6 e 7 milhões de pessoas; a outra refere que cada vez fecham mais igrejas.

É uma verdade que muitas igrejas – e algumas de grande valor histórico – estão a fechar e mesmo a ser vendidas para outros fins por falta de fiéis que as procurem. Umas vezes é a diminuição de praticantes, mas muitas vezes é mesmo a falta de habitantes nas zonas velhas das cidades ou em aldeias despovoadas. Basta ver o que se tem passado em Coimbra.
A parte histórica da cidade está cheia de igrejas, mas pouca gente mora nessa zona da cidade. As pessoas desde há muitas décadas começaram a construir ou comprar a sua casa na periferia. Daí que já são do meu tempo as paróquias e a construção das igrejas de S. José e de Nossa Senhora de Lurdes. E o Padre Jorge Santos tem em mãos a edificação da Igreja de S. João Baptista.
O mesmo está a suceder com muitas igrejas e capelas do interior serrano da Diocese. E o que se passa em Coimbra passa-se em muitas partes do mundo, sobretudo na Europa, cada vez com menos gente nova. Não desconheço que em muitas partes do mundo os praticantes ou fiéis estão a diminuir, mas noutros lados está florescente a fé. Na África e na Ásia nunca houve tantos católicos e assim se explica a outra notícia publicada em muitos meios de comunicação social: o record batido – e por muito – em Manila, Filipinas.
Não é caso, pois, para desânimos. A Igreja tem a promessa de eternidade: "As portas do inferno não levarão a melhor contra ela", disse Jesus Cristo. O importante é que cada um de nós cumpra as suas obrigações. È disso mesmo que cada um vai dar contas a Deus.
Fonte: aqui

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Nana Mouskouri and Demis Roussos


Felizes o que semeiam beleza, alegria e paz!
Nana Mouskouri e Demis Roussos fizeram-no e gerações usufruíram destas vozes de encanto.
Oh! Se cada pessoa desse o seu contributo para deixar o mundo um bocadinho melhor do que o encontrou!...
A nossa homenagem a Demis Roussos que este fim-de-semana faleceu.

domingo, 25 de janeiro de 2015

25 de janeiro: reuniões várias

Reunião do Conselho Económico
Ao princío da tarde deste dia 25 de janeiro, reuniu o Conselho Económico desta Paróquia.
Lida e aprovada a ata da reunuião anterior, os conselheiros analisaram o decorrer das obras em curso referentes à 2ª fase do Centro Paroquial;  propuseram uma mensagem à comunidade inserta no Bioletrim Apelo que vai ser distribuido pelas casas na Semana Santa, e no Jornal; concordaram com a decsisão do Pároco de o Folar desta Páscoa reverter a favor das obras do Centro Paroquia; estudaram in loco algumas alterações à obra a propor aos técnicos competentes.
No tocante ao espaço -1, os conselheiros acertaram  a divisão do espaço por três divisões: carrinha e arrumos da Paróquia, GASPTA, espaço da Juventude.
Assinale-se a bela atitude de Grupo de Jovens e responsáveis da reabilitação do escuttismo terem concordado na ideia de um espaço comum para a juventude - ESPAÇO JOVEM 

Também nesta tarde, teve lugar uma reunião geral de Catequistas.
 A reunião começou a análise de um texto "O encontro de catequese  e a sua dinâmica"  que havia sido distribuído aos catequistas.
Seguidamente, projetou-se a Festa da Catequese que será realizada em 28 de fevereiro próximo no Auditório Municioal. As reprersentações a apresentar em palco terão a ver  com a Família, podendo abordar aspectos alusivos à meta geral do Ano Pastoral "Ide e construí com mais amor a família de Deus" ou ao tema da Quaresma/Páscoa "Família: chamados a viver com mais amor".
Abordaram-se ainda alguns aspectos práticos: tempo de intervenção de cada grupo, ordem de intervenção,  entrega do guião da representação ao técnico que ofrienta a projeção, etc
Falou-se ainda da intervenção dos grupos de catequese nas vias sacras que vão decorrer nos povos, de acordo com o calendário estabelecido. Foi estabelecido um plano de intervenção a ser confirmado após os catequistas terem conversado com os seus catequizandos.Falou-se ainda de situações atinentes ao desenrolar da catequese. 

Reunião do Arciprestado Tarouca/Armamar
Teve lugar na noite deste dia,em Várzea da Serra, uma reunião dos sacerdotes do Arciprestado de Tarouca/Armamar, presidida pelo Arcipreste P.e Mergulhão.
Além das informações do Conselho de Arcipretes, os presentes combinaram o Dia Sacerdotal, que terá lugar na Lapa em 23 de março, bem como o modo da sua realização.
Igualmente cada zona pastoral combinou o serviço de confissões quaresmais.
Abordou-se ainda o curso para catequistas, que todos sentem como necessário. Logo que concluidas as dèmarches, os párocos serão avisados das datas.
Após um momento de oração, os participantes partiram para uma refeição feraterna.
Mais um encontro onde a amizade, a partilha e a comunhão presbiteral tiveram lugar. Muito bom.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Proteja seu casamento contra o divórcio


A fidelidade, o compromisso, a felicidade do outro, a santificação do casamento, o crescimento na fé parecem ser coisas que não têm espaço na sociedade atual, na qual o divórcio se estende como uma epidemia.  

Uma situação que ameaça o casamento é a infidelidade, que, de maneira astuta, chega de diversos lugares. Se os cônjuges não querem correr o risco de ultrapassar fronteiras das quais é impossível voltar, que:
- tentem viver os valores e detalhes que os levaram a apaixonar-se: uma ligação surpresa, enviar flores, cozinhar o prato favorito do outro, etc;
 - evitem a influência de estranhos e más companhias, não façam coisas boas que parecem ruins, nem coisas que não gostariam que lhes fizessem;
- evitem passar tempo desnecessário ou ficar a sós com pessoas do sexo oposto. Não compartilhem segredos sobre o casamento sem que o cônjuge esteja de acordo. A infidelidade pode começar como uma relação “inocente”;
- A rotina e o costume esfriam os relacionamentos. Cuidem da chama do amor com detalhes que façam o seu cônjuge sentir-se amado;
- mantenham vivo o entusiasmo, falem dos  melhores momentos juntos, pois recordá-los reaviva o amor e dá-lhes uma identidade como casal;
- a paixão começa muitas vezes com o que se vê; esforcem-se por manter uma boa aparência, para que os olhares não se dirijam para outra direção.
As finanças podem ser uma causa de tensão no casamento, desgastando a relação. Por isso, precisam de ser tratadas com prudência:
 - sejam sinceros sobre os rendimentos e tomem decisões juntos;
 - exponham as necessidades e gostos, procurando que as decisões combinadas sejam para o benefício do casal;
- ainda que as contribuições de cada um não sejam iguais, ambos precisam de ter a mesma capacidade de dispor dos recursos;
 - tentem planear os gastos e ajustá-los aos rendimentos, a fim de ter um equilíbrio económico que não leve a conflitos.
  Uma boa comunicação é a maior necessidade do casamento, já que a maioria das crises começa quando o diálogo deixa de existir:
 - dediquem tempo a escutar-se um ao outro e valorizem os sentimentos. Quando estão juntos, tentem deixar de lado o trabalho, telefone, jornal, televisão,  etc. Olhem nos olhos um do outro;
 - falem sempre com verdade, procurando não cair na agressão;
 - eliminem as palavras “sempre” e “nunca” do seu vocabulário, pois geralmente são usadas para reprovar e tornam-se destrutivas na comunicação;
 - não culpem o outro sem o ter escutado, não lhe recordem fatos negativos, livrem-se de rancores e ofereçam à relação coisas que possam desfrutar juntos;
- aprendam a dizer “eu” ao invés de “tu”, porque um dos principais motivos de discussão é culpar o outro por causa de emoções ou sentimentos próprios.
 Nesta batalha em defesa do casamento, o mais importante é fortalecer a relação dos esposos com Deus, que é o melhor escudo e a melhor espada para lutar contra o inimigo.

In Aleteia (modificado)

domingo, 18 de janeiro de 2015

É preciso ultrapassar «equívocos» e sair da «zona de conforto»

Semana de oração pela unidade dos cristãos começa este domingo 
O padre biblista Robson Cruz considera o encontro de Cristo com a samaritana, retirado do Evangelho, um exemplo ideal para a vivência da semana de oração pela unidade dos cristãos, que começa este domingo.
Numa interpretação que integra a edição mais recente do Semanário ECCLESIA, o sacerdote dá conta dos símbolos presentes naquele relato, que convidam cada cristão a “buscar caminhos de unidade em vez de cair nas condenações”.
Através de Cristo, de Deus, que é a base da sua fé, e por intermédio da “água”, que é aqui “o grande motor”.
Apesar da distância que, naquela época, separava judeus e samaritanos, Cristo sentou-se junto a um poço para falar com uma mulher samaritana e pediu-lhe de beber.
Para o padre Robson Cruz, aquele pedido “Dá-me de beber”, que dá também título à semana nacional de oração, representa antes de mais a vontade de Deus em “falar com a Humanidade”.
Ainda que a sociedade, sobretudo no Ocidente, muitas vezes mostre-se cética quanto à sua “existência”, Deus “está à procura e quer sentar-se à beira do poço onde cada um vai buscar a sua água”, realça o especialista.
Depois a simbologia do “balde”, que representa aquilo que cada pessoa transporta consigo, no seu íntimo.  
“Eu sou católico e parto da tradição que tenho e conheço, esse é o meu balde. Enquanto estiver apenas com o meu balde vão haver sempre equívocos”, aponta o biblista, recordando o que vem relatado no texto.
“A certa altura, a mulher deixa o balde, esquece-o e interessa-se pela fonte” e é isso que cada cristão deve fazer, colocar-se “do lado da água, do Cristo, e aí supera-se os medos e percebe-se quem vem ao nosso encontro”, complementa.
O padre Robson Cruz chama ainda atenção para outro factor que vem descrito na passagem do Evangelho, a grande distância que Jesus percorreu “para se encontrar com esta mulher”.
Trata-se sobretudo de um convite aos cristãos para que tenham a capacidade de “sair do território seguro”, da sua “zona de conforto” para irem ter com “quem está longe”, neste caso com os seus irmãos das outras Igrejas.
Porque se hoje ainda subsiste a tendência para os movimentos religiosos construírem um caminho “seu, diferente dos outros”, a mensagem do Evangelho pede precisamente “o contrário”, conclui o sacerdote.
A semana de oração pela unidade dos cristãos, entre 18 e 25 de janeiro, foi preparada este ano pelo Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil.
In agência ecclesia

Filipinas: Francisco apela à luta contra a pobreza e à defesa da família, em Missa com seis milhões de pessoas

Imagem feita pelas Forças Armadas das Filipinas mostra missa do papa Francisco em Manila, Filipinas. Segundo o Vaticano, mais de 6 milhões de pessoas compareceram (Foto: Philippine Air Force, Sgt. Ray Bruna/AP)
Veja aqui

sábado, 17 de janeiro de 2015

Francisco fez questão de celebrar missa em Tacloban apesar do tufão

"Eu vim às Filipinas, antes de tudo, para ir a Tacloban. Estou disposto a antecipar o que for preciso, mas temos de voar até lá, seja como for”, disse o Papa.
Um tufão obrigou o Papa a interromper a sua visita, este sábado, à região de Tacloban. Uma visita que Francisco fez questão de incluir na sua viagem às Filipinas, precisamente para estar com as vítimas de um outro tufão que matou milhares de pessoas em Novembro de 2013.
Mas essa acabou por ser uma visita breve, perante a força de um tufão de grau dois.
No regresso a Manila, o Arcebispo de Manila e o padre Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, deram uma conferência de imprensa.
O padre Lombardi contou aos jornalistas a forma como o Papa Francisco fez questão de celebrar missa e viver essa experiência com os habitantes de Tacloban.
“O piloto do avião disse que temos de partir o mais cedo possível, porque durante o dia a situação vai piorar. O Papa disse: ‘Eu vim às Filipinas, antes de tudo, para ir a Tacloban. Estou disposto a antecipar o que for preciso, mas temos de voar até lá, seja como for.’”.
O padre Lombardi acrescenta que “houve uma ligação telefónica com os organizadores de Tacloban, e eles disseram: ‘há muita chuva e muito vento, é difícil celebrar missa ao ar livre’, por isso, propuseram ir para a Catedral ou para a sacristia e transmitir pela televisão a missa celebrada pelo Papa, mas o Papa respondeu que não, que isso era ‘absolutamente impossível: se o povo está lá fora no recinto, temos de estar com eles e celebrar com ele’.
Segundo Lombardi, “esta experiência de celebrar missa debaixo de chuva e no meio da tempestade, é algo que tem para ele um profundo significado”.

Cardeal Luís Tagle, arcebispo de Manila, perguntou ao Papa "se alguma vez tinha celebrado com uma gabardine vestida por cima da casula e ele disse que não, que esta foi a primeira vez, portanto foi uma ocasião única! Um evento histórico".
"No voo de regresso, perguntei-lhe se ele, tal como os filipinos, está habituado a este tipo de tufões e tempestades. E ele disse: “não, não! Já experimentei chuvas ocasionais, mas um tempo assim, nunca”! Por isso, foi outra estreia!
Ele ficou muito admirado por nós, nas Filipinas termos uma média de 20 a 22 tufões por ano. Ele reagiu e: “O quê?” E eu respondi: “Este... é apenas um tufão normal... Um tufão normal", disse Tagle.

Este domingo o Papa vai estar em Manila. Primeiro terá um encontro com jovens e depois celebrará missa. As autoridades esperam condições atmosféricas adversas, devido ao tufão, mas são esperados milhões de fiéis.
Francisco realizará missa no mesmo local onde João Paulo II, há 20 anos, reuniu mais de quatro milhões de pessoas.
Fonte: aqui

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

AINDA NÃO PERCEBEMOS?

Espanta-me o dogmatismo dos que contestam os dogmas.
Aflige-me a incoerência dos que se dizem coerentes.
Perturba-me uma certa tirania dos que excelsam a liberdade.
E confesso que me assusta a intolerância dos que se apresentam como tolerantes.
Não há nenhum direito a matar, ponto. Mas existirá algum direito a ofender?
Uma liberdade com limites é liberdade? Claro que é. Aliás, haverá algo humano que seja ilimitado?
Não deixa de ser curioso que pessoas que negam o divino se arroguem um estatuto que só está ao alcance da divindade.
Mas deixemos Deus de lado. E, deixando Deus de lado, facilmente concordaremos com Alberto Caeiro: «O que não tem limites não existe. Existir é haver outra coisa qualquer, e portanto cada coisa ser limitada».
Existir é viver dentro de limites, é ser livre dentro de limites.
Penaliza-me que não queiramos perceber o que aconteceu em Paris.
Há mais de 200 anos, aquando do terramoto, Voltaire indignava-se porque se morria em Lisboa e se dançava em Paris.
Agora, mata-se em Paris e parece que teimamos em continuar a assobiar para o lado.
Algo tem de mudar. Alguém tem de mudar. E não apenas os outros!
Fonte: aqui

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

18 Janeiro 2015: II DOMINGO TEMPO COMUM - Ano B

Leituras: aqui


O Centro Paroquial de Tarouca agradece




- Ao senhor Presidente da Assembleia Municipal de Tarouca, Dr. Domingos Nascimento, ofereceu os honorários 2014, a que tem direito como Presidente da Assembleia Municipal, ao Centro Paroquial de Tarouca.
Um gesto que enobrece quem o toma e encoraja quem o recebe....
O Centro Paroquial de Tarouca agradece ao senhor Presidente da Assembleia Municipal de Tarouca.


- À Associação Empresarial de Tarouca, que teve a iniciativa de dar uma oferta ao Centro Paroquial de Tarouca. Um gesto nobre que espelha a atenção desta Associação aos problemas sócio-culturais desta terra.
O Centro Paroquial de Tarouca agradece à Associação Empresarial de Tarouca.


- Às pessoas, empresas e aos grupos desta comunidade paroquial, muitos querendo aparecer como dadores anónimos, numa atitude bela com sabor a Evangelho que diz: "Não saiba a tua esquerda o que faz a tua direita."
O Centro Paroquial de Tarouca agradece às pessoas, empresas e aos grupos desta comunidade paroquial que lhe têm dado a sua ajuda.


O jornal Sopé da Montanha publica mensalmente a lista com as doações feitas ao Centro Paroquial.


UM PEDIDO... 
- Aos empresários desta Paróquia de S. Pedro de Tarouca para que nenhum se esqueça desta obra que é de todos e para todos.
 
- A todos os emigrantes para que se lembrem da terra e não deixem vazio o seu lugar no tocante à sua oferta.
 
- Às pessoas que residem na área da Paróquia de S. Pedro de Tarouca, mormente às que ainda nada deram para a obra. Não estejam à espera que lhes batam à porta. O Centro Paroquial é o nosso "Menino" e sem a ajuda de todos não pode crescer.