sábado, 11 de outubro de 2014

Começou a catequese paroquial 2014/2015







Compromisso dos pais:

1.Não somos uma ilha. Assim como precisamos da família e da sociedade, para fazer nascer e crescer o nosso filho, mesmo que a primeira responsabilidade seja sempre nossa, também precisamos da Igreja, para que o nosso filho, renascido pelo Baptismo, cresça connosco na fé.
2.Não nos bastamos a nós próprios na educação da fé, mesmo que sejamos os primeiros catequistas dos nossos filhos. Os catequistas da nossa paróquia estão à nossa disposição, não para ser nossos substitutos, mas para se tornarem nossos colaboradores na educação da fé. O seu trabalho, feito em comunhão com a Igreja, será sempre em vão, sem o nosso empenho e colaboração!
3.Não faltaremos à Catequese. A Catequese não é um «ensino» avulso e desorganizado. É uma educação da fé, feita de modo ordenado e sistemático, de acordo com o programa definido pelos Catecismos. As faltas à Catequese quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé. Velaremos pela assiduidade dos nossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.
4.Não esperamos da Catequese que faça bons alunos. Antes, pretendemos que ela nos ajude a formar discípulos de Jesus, que O seguem, em comunidade. Não desprezaremos a comunidade dos seus discípulos, a Igreja, nos seus projectos, obras e iniciativas.
5.Não queremos, apesar de tudo, que a Catequese seja o nosso primeiro compromisso cristão. Participar na Eucaristia Dominical é um bem de primeira necessidade. Saberemos organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia, em primeiro lugar. Custe o que custar!
6.Não queremos que a Catequese substitua as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica nem o contrário. Porque a Catequese, não é uma “aula”, em ambiente escolar, dirigida sobretudo à inteligência, e destinada a articular a relação entre a fé e a cultura. A Catequese é sobretudo um “encontro”, no ambiente da comunidade, que se dirige à conversão da pessoa inteira, à sua mente, ao seu coração, à sua vida. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.
7.Não estaremos preocupados por que os nossos filhos “saibam muitas coisas”. Mas alegrar-nos-emos sempre, ao verificarmos que eles saboreiam a alegria de serem cristãos, e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus, o Amigo por excelência, o Homem Novo, o Deus vivo e o Senhor das suas vidas!
8.Não exigiremos dos nossos filhos, o que não somos capazes de dar. Por isso, procuraremos receber nós próprios formação e catequese, para estarmos mais esclarecidos e mais bem preparados. Procuraremos estar onde eles estão. Rezar e celebrar com eles, de modo a que a nossa fé seja vivida em comum na pequena Igreja que é a família e se exprima na grande família que é a Igreja.
9.Não exigiremos dos nossos filhos o que não somos capazes de fazer. 
Procuraremos pensar e viver de acordo com os valores do Evangelho. Sabemos bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização. Deste modo, eles aceitarão melhor a proposta dos nossos ideais e valores.
10.Jamais cederemos à tentação de “mandar” os filhos à Catequese, para nos vermos livres deles ou para fugirmos às nossas responsabilidades.


Compromisso dos catequistas:

Sacerdote: Queridos catequistas, a missão que hoje assumis é árdua, pois deveis seguir com fidelidade os ensinamentos de Jesus, sendo representantes da comunidade junto das crianças, por isso vos pergunto:
Sacerdote: Quereis cumprir com amor e fidelidade a missão de Catequista que a Igreja e esta comunidade vos confia?
Todos: Quero.
Sacerdote: Quereis continuar a missão dos apóstolos, trabalhando na Evangelização de todos aqueles que buscaram a catequese na comunidade paroquial de São Pedro de Tarouca?
Todos: Quero.
Sacerdote: Quereis participar, unidos a Cristo, das dores e alegrias, procurando superar todas as dificuldades com amor e paciência, sendo fiéis a esta nobre missão que hoje assumis?
Todos: Quero.
Sacerdote: Prometeis ser fiéis a doutrina da Santa Mãe Igreja e trabalhar pela unidade da nossa paróquia?
Todos: prometo
Queridos catequistas, Deus que vos inspirou este bom propósito, vos conduza sempre mais a perfeição.
Todos: Amém.
  Oremos:
“Senhor Jesus Cristo, que chamastes do meio do povo doze apóstolos e os enviastes de dois em dois com a missão de evangelizar todas as nações, olhai agora com bondade para estes vosso servos, que escolhestes para a nobre missão de continuar, nesta comunidade paroquial de São Pedro de Tarouca, a obra da evangelização através da catequese.
Concede-lhes Senhor a vossa graça para que perseverem com grande ardor missionário para a edificação do vosso Reino de Amor, neste mundo. Por Cristo, Nosso Senhor.
Todos: Amém
Sacerdote: Em nome de Deus e da Igreja, eu acolho o vosso compromisso e vós abençôo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.
Todos: Amém

Copmpromisso dos catequizandos: 
  Sacerdote: Queridas crianças, adolecentes e jovens, começais hoje o novo ano catequético. Aqui reunidos na nossa Igreja Paroquial, na presença de Jesus Sacramentado e na companhia de vossos pais e catequistas .

Sacerdote: Quereis frequentar a catequese com amor e alegria?

Todos: Quero.

Sacerdote: Quereis dar o vosso melhor para conhecer sempre mais Jesus que vos ama, acolher a Sua Palavra e segui-l’O?

Todos: Quero.

Sacerdote: Quereis r fazer da catequese um momento de encontro com Jesus e os vossos colegas?

Todos: Quero.

Sacerdote: Prometeis ser assíduos, pontuais e a levar sempre o material para as sessões de catequese?

Todos: prometo

Sacerdote: Prometeis  portar-vos bem, estar atentos e participativos e a nunca perturbar a atenção dos vossos colegas?

Todos: Prometo.

Sacerdote: Prometeis acolher as orientações dos catequistas e a respeitá-los?

Todos: Prometo.

Sacerdote: Queridos catequizandos, Deus que vos inspirou este bom propósito, vos conduza sempre mais à perfeição.

Todos: Amém.

Oremos:
“Senhor Jesus Cristo, que acolhestes as crianças e dissestes que quem não tivesse um coração de criança não entraria no Reino do Céu,  olhai agora com bondade para estes vossos amiguitos da  comunidade paroquial de São Pedro de Tarouca, Concedei-lhes Senhor a vossa graça para que caminhem para vós ao longo deste ano catequético. Por Cristo, Nosso Senhor.

Todos: Amém

Sacerdote: Em nome de Deus e da Igreja, eu acolho o vosso compromisso e vós abençôo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.

Todos: Amém



Missa de Início da Catequese Paroquial
Antes de tudo, fora distribuído o Boletim Paroquial  com o programa, atividades, essência da catequese. Cada catequizando recebeu-o para, à maneira de apóstolo, o levar para a família.
A projecção apoiou a Eucaristia.
As leituras foram feitas por catequizandos. Já no início da Eucaristia, os pais  realizaram o seu compromisso.
Na homilia, o celebrante referiu que Cristo é o nosso banquete para o qual todos estão convidados e todos são enviados a convidar todos.A coordenadora transmitiu depois algumas informações aos catequizandos em ordem ao crescimento como discípulos.
Antes do Pai Nosso, catequistas, apresentados pelo pároco, e crianças fizeram o respectivo compromisso, logicamente de acordo com a situação própria de cada uma delas.
No fim da Eucaristia, chamaram-se então os catequizandos que, com o seu catequista, se dirigiram ao adro  para um 1º encontro, onde foi tirada a foto que regista o momento.
Em seguida, houve um tempo para atendimento individualizado.
Foi uma abertura de catequese muito bonita e sobretudo muito válida; conseguiu-se transmitir a importância da catequese sem se demorar. No final, muitos pais manifestaram a sua satisfação.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

11 de outubro: inicia-se o novo ano catequético na Paróquia de S. Pedro de Tarouca


Sábado, dia 11 de outubro, às 15 horas, na Igreja Paroquial.
Missa de início da cateequese:
- Compromisso de catequizandos, catequistas e pais
- Envio
- Primeiro encontro de cada grupo com seus catequistas.

Muito importante:
Todos os catequizandos - do 1º ao 10º anos - todos os pais e todos os catequistas devem estar presentes.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

XXVIII DOMINGO TEMPO COMUM . Ano A

Leituras:aqui

 

A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem do «banquete» para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim que Deus quer oferecer a todos os seus filhos.
O Apóstolo Paulo está preso e recebe uma ajuda monetária razoável, recolhida na comunidade de Filipos. Porém, embora a ajuda seja bem-vinda, porque alivia a "aflição" de Paulo, mas não é o mais importante para ele, porque se sente preparado para viver na fartura e para passar fome, e assim, acontece, porque, "Tudo posso por Cristo, que me dá força".
Neste contexto, São Paulo apela aos filipenses que é muito importante partilhar e interessar-se pelas aflições dos outros e viver a solidariedade com os mais necessitados. Quem abre o coração à partilha, Deus provém a todas as suas necessidades. Deus não falta com tudo o que seja necessário em relação a todos os que abrem o seu coração à solidariedade e partilha. Já vem de longe o ensinamento, "quem dá aos pobres empresta a Deus".
Este texto dá-nos uma grande lição em duas vertentes. Primeira, devemos ser solidário e sempre que as necessidades à nossa volta apareçam devemos procurar ajudar na medida do possível. Segunda, devemos aprender a viver em cada circunstância com aquilo que a vida nos oferece. Quantas pessoas, encontramos revoltadas, porque não têm abundância de dinheiro e de bens materiais? Quantos vivem amargurados porque a vida não lhes acena com a sorte de ter muito? Quantos vivem a contragosto porque a vida não lhes sorri com tudo aquilo que a publicidade seduz? - O desespero é grande, porque se desaprendeu a viver com pouco e com aquilo que é absolutamente necessário para a vida.
Por um lado, para nós cristãos, o Apóstolo São Paulo é apelativo quanto à necessidade que temos em estar atentos às aflições dos outros. Muitas vezes encontramos muitas razões para não ajudar ninguém, porque ora a miséria e a aflição é o resultado de más opções e de atitudes desregradas. Mas, não é esse o princípio cristão. Ser cristão é ser solidário, amigo e fraterno mesmo que se receba todo o mal do mundo e todas as incompreensões possíveis. A partilha e a caridade (solidariedade) devem fazer parte da vida de todo o cristão. É na vida cristã que radica a visibilidade de outro ditado popular: "Fazer o bem sem olhar a quem".
Por outro, aprender a viver com aquilo que a vida nos dá é muito importante. Não digo satisfazer-se e acomodar-se absolutamente, mas antes lutar sempre mais sem desespero nem atropelos. Esta aprendizagem é importante, porque nos ajuda nos momentos menos bons, os momentos da crise. Muita da pobreza não resulta por falta de bens, mas falta de sabedoria e equilíbrio para governar-se. O cristão, deve saber viver em qualquer circunstância, tenha muito ou tenha pouco. O mais extraordinário, é que a maior generosidade não vem de quem tem muito, mas de quem do pouco sabe fazer muito.
Fonte:aqui

Acompanhar a missa pela televisão vale como missa dominical?

Os especialistas respondem à pergunta de um leitor

Pergunta :

O caso é de um idoso que, apesar de ser autossuficiente e capaz de sair de casa, tem medo de arriscar sua saúde no inverno e, por isso, acompanha a santa missa dominical pela televisão. Ele cumpre o preceito dominical?

Resposta de Gilberto Aranci, professor de Teologia Pastoral:

A resposta precisa pelo menos de duas premissas gerais: uma litúrgica e outra moral.

Segundo a liturgia cristã, o culto prestado a Deus é principalmente comunitário (liturgia = culto do povo) e enriquece a participação pessoal. Sempre é assim a celebração da Eucaristia: toda a assembleia participa (não apenas assiste) da celebração eucarística presidida pelo sacerdote e, junto dele, exerce o sacerdócio comum unindo a oferenda de si à de Cristo, feita de uma vez para sempre.

Como consequência – eis aqui o aspecto moral – o preceito festivo da missa não pode ser cumprido sem a participação pessoal da Eucaristia dominical. Além disso, leva-se em consideração o outro princípio moral segundo o qual ninguém é obrigado a cumprir atos “impossíveis”.

Por isso, quem, por sérios ou graves motivos, está impedido ou impossibilitado não está sujeito ao preceito: por exemplo, quem está doente ou é idoso, ou quem está particularmente longe do lugar da celebração dominical, ou onde, por falta de padres, a missa não é celebrada etc.

Tendo estas premissas, torna-se clara a resposta à pergunta sobre o caso particular: não se cumpre o preceito nunca escutando ou assistindo à transmissão radiofônica ou televisiva da missa; mas se pode afirmar simplesmente que, neste determinado caso, a pessoa, por motivos de saúde ou idade, não está sujeita ao preceito.

Resta, no entanto, considerar a ajuda e o significado espiritual que a transmissão televisiva da missa pode dar às pessoas impossibilitadas de participar pessoalmente da celebração dominical. São esclarecedoras as palavras que, em vários momentos, os bispos italianos expressaram com relação a isso. Um dos trechos diz:

“A missa pela televisão é frequentemente vivida com participação e devoção por parte do doente, do idoso ou de quem se encontra na impossibilidade de assistir pessoalmente na Igreja. E, precisamente a estes últimos, ela pode oferecer um serviço espiritual bastante útil. Mais ainda: é sobretudo nesta categoria de pessoas que será preciso pensar na participação dessas missas, na homilia, nas intenções da oração universal.

Quem está impedido, por motivos sérios, não está sujeito ao preceito. Por outro lado, a participação da missa pelo rádio ou pela televisão nunca satisfaz o preceito. No entanto, é evidente que uma missa pela televisão ou no rádio, que de forma alguma substitui a participação direta e pessoal da assembleia eucarística, tem seus aspectos positivos: a palavra de Deus é proclamada e comentada “ao vivo” e pode incentivar a oração; o doente e o idoso podem se unir espiritualmente à comunidade que, nesse momento celebra o rito eucarístico; a oração universal pode ser compartilhada e participada.

Falta certamente a presença física, mas a impossibilidade de levar uma oferenda ao altar não exclui a de fazer da própria vida (doença, fraqueza, lembranças, esperanças, temores) uma oferenda para unir à de Cristo. E a impossibilidade de se aproximar do baquete eucarístico pode ser hoje superada, em muitos casos, pelo pontual serviço dos ministros extraordinários da comunhão.” (Il giorno del Signore, 1984).

Mais ainda, a vinte anos de distância: “Pela natureza e pelas exigências do ato sacramental, não é possível equiparar a participação direta e real (da missa) com a midiática e virtual, por meio de instrumentos da comunicação social.

Ainda que represente uma forma bastante válida de ajuda na oração, sobretudo para quem está doente ou impossibilitado de estar presente, dado que oferece a possibilidade de se unir a uma celebração eucarística no momento em que esta é levada a cabo em um lugar sagrado, é preciso evitar qualquer equiparação” (Comunicaziones e Missione. Direttorio sulle comunicazione social nella missione dela Chiesa, 2004, n. 64).

Fonte:aqui