domingo, 7 de dezembro de 2014

Óh! Como és bela, Mãe Imaculada!

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Oração Mariana com a comunidade


Na tarde de sete de dezembro, véspera da Festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal, o Grupo de Jovens da Paróquia dinamizou um momento de oração com Maria e por Maria.

A comunidade pode participar nas leituras e cânticos através do projetor da Igreja, sempre intervalados por momentos de silêncio. O pároco fez uma pequena reflexão sobre o texto bíblico escolhido, “As Bodas de Caná”, ou os milagres que o amor de Deus, oferecido ao nosso coração, pode realizar na vida das famílias.

Depois, na presença da Senhora da Eucaristia, foi dada a bênção do Santíssimo Sacramento, o “Fruto do ventre sagrado da Virgem puríssima Santa Maria.”
Os presentes apreciaram este momento celebrativo.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

II DOMINGO DO ADVENTO


2ª semana do Advento

Palavra de Deus: “Preparai o caminho do Senhor” (Mc. 1,3)

Motivação Pastoral: Próximo

Compromisso: - Falar de Deus e do seu amor a um familiar que mostre estar d’Ele mais afastado

Gesto em comunidade: - Oração do Advento/Natal no fim da Eucaristia.

                                           - Continuar a colocação do símbolo na Igreja

Gesto Familiar: - Continuar a construir o símbolo

  - Rezar em família a oração proposta

- Esta semana repetir com mais frequência três palavras-chave do vocabulário familiar: obrigado, desculpa, por favor. 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O advento é um tempo de “espera”

Aqui para os meus lados diz-se que se vai fazer uma espera quando, às escondidas ou às escuras, se vai preparar o assalto a alguém. Faz-se-lhe uma espera para lhe dar uma coça ou para lhe sacar alguma coisa. Não sei que possamos sacar ou sovar no advento. Mas sei que o advento é um tempo de espera.

Ó padre, não era melhor dizermos esperança e evitávamos assim essas confusões de que está a falar? perguntou a Maria João no meio da reunião de catequistas. Ó Maria João, a esperança pode ficar-se naquela de ansiar algo, de esperar ou confiar que aconteça algo, mas não no agora que tem a certeza do acontecer e que começa já a acontecer. A espera é um já acontecer agora. A esperança pode deixar-nos confortáveis e passivos esperando. A espera exige de nós uma acção já e contínua. Ui, padre, está cá com umas filosofias! Explique-se melhor.

Para entenderdes melhor, permiti que vos fale do que se espera. De uma forma muito superficial, todos os anos dizemos que esperamos o nascimento do menino Deus. Dizemos que esperamos o Natal, e na verdade os muitos adventos de cada ano, às vezes, não são mais do que um esperar o Natal. Devia antes ser a espera de um Deus que teima em vir ao nosso encontro, ao encontro da nossa intimidade. É mais que esperar um Natal. É esperar que Deus aconteça no meu interior. Por isso não é uma espera fácil. É uma espera dura e dolorosa. Porque Ele não vem para nos facilitar a vida. Vem para a felicitar. Para lhe dar sentido pleno. E por isso exige, e por isso dói. E por isso faz-nos fazer a acção de esperar para que vá acontecendo e para que seja já. E por isso exige que me desacomode. Que não espere acomodado, passivo. Advento aliás é a resposta litúrgica (espero não dizer uma asneira litúrgica, que eu não sou propriamente liturgista, mas digo-o na mesma) para um tempo inteiro que se quer que seja uma vida inteira. A espera que recordamos no advento é uma espera de toda a vida. Como uma noiva espera seu noivo para a festa e se banha, maquilha, prepara as palavras e os olhares, perfuma-se, torna a maquilhar-se, veste o melhor vestido, prepara uma surpresa, penteia-se e torna a compor o cabelo, sorri, anda de um lado ao outro amando já, mesmo sem que o noivo tenha chegado e esteja ainda à porta…
Fonte: aqui

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Vigília Mariana na Igreja de Tarouca

Domingo, 7 de dezembro, às 17 horas
Os jovens orientarão esta Vigília....
Se gosta de Nossa Senhora, não deixe o seu lugar vazio.
Todos com Maria!

O MAL FARÁ ALGUM BEM?

  1. Por hábito, fico sempre retraído diante do «diz», do «diz que diz». Assusta-me quem baseia a sua conduta no mero «diz».
  2. Um quarto dos jovens «diz» que fumar haxixe não faz mal. Quinze por cento dos jovens «diz» que é normal conduzir após beber três cervejas. Eles bem podem «dizer». Mas uma coisa não deixa de fazer mal por muito que se diga que faz bem. A ilusão não impede o livre curso da realidade. O que é mal alguma vez fará bem?
 
  1. Eis o grande companheiro de jornada na viagem que fazemos pelo tempo: o erro.
É ele que nos acompanha, mesmo quando o pretendemos afastar. Acompanha-nos quando andamos desprevenidos. E não deixa de nos visitar até quando nos sentimos precavidos.
 
  1. Luc de Clapiers era mesmo de opinião que «ninguém está mais sujeito ao erro do que aquele que só age depois de ter reflectido». Mas, ao menos, esse ainda saberá que erra.
Quem reflecte, pode errar. Mas quem não reflecte, erra com certeza. E, pior, nem se apercebe do erro.
 
  1. Necessário é pensar. Fundamental (e cada vez mais urgente) é repensar o que se tem pensado.
É bom encher salas e praças. Mas é melhor preencher a vida. Há praças que estão cheias. Mas as pessoas, que as enchem, sentem-se vazias. Não basta trazer as pessoas para o centro. É prioritário ir ao encontro das pessoas nas periferias. Muita coisa se entende nos lugares. Mas tudo se decide na pessoa. Em cada pessoa.
 
  1. Nesta vida, tudo é relacional. Neste mundo, tudo é relativo: as vitórias e também as derrotas. Aliás, já Charles de Montalembert sentenciava: «Nunca se é tão vencedor nem tão vencido como imaginamos».
É por isso que admiro quem conserva a humildade e a magnanimidade na hora da vitória. E continua a estender a mão a todos. Porque todos são necessários para edificar a grande obra humana: o bem comum.
 
  1. Convencer não pode ser um movimento em sentido único. Tem de haver abertura, reciprocidade. No fundo, quando se pretende convencer, não é para atrair para si, mas para a verdade. E é por isso que a vontade de convencer tem de ser simétrica à disponibilidade para ser convencido.
Philiph Chesterfield anotou: «Se queres convencer os outros, deves parecer pronto a ser convencido». Convencer é não aceitar vencer sozinho, sobre os outros ou contra os outros.
 
  1. Não procure a novidade. Procure a autenticidade. Terêncio reconheceu que «não se diz nada que já não tenha sido dito».
A novidade nem sempre é autêntica. Mas a autenticidade nunca deixa de ser nova. E inovadora.
 
  1. São mais de 28 mil os idosos que vivem sozinhos. Isto é o que dizem os estudos. Mas serão, seguramente, muitos mais os que vivem sós.
Às vezes, a solidão que mais dói é aquela que temos no meio de muita gente, no meio de certa gente.Não há solidão apenas no isolamento. Também há solidão no meio da multidão.
 
  1. A frieza e a indiferença magoam tanto como o abandono. Não deixemos que a sociedade seja uma amálgama.
Façamos tudo para que a humanidade possa ser uma família. Sem preferidos nem preteridos.
 
  1. Àquilo que desejamos chegamos tarde ou, por vezes, nunca. Àquilo que tememos acabamos por chegar rapidamente.
O Padre António Vieira assim o notou: «A muitos lugares chegamos tarde e com dificuldade; ao último chegamos depressa e facilmente». A vida é uma viagem a ritmo muito acelerado!
Fonte: aqui