A fidelidade, o compromisso, a
felicidade do outro, a santificação do casamento, o crescimento na fé
parecem ser coisas que não têm espaço na sociedade atual, na qual o divórcio
se estende como uma epidemia.
Uma situação que ameaça o casamento é
a infidelidade, que, de maneira astuta, chega de diversos lugares. Se os
cônjuges não querem correr o risco de ultrapassar fronteiras das quais é
impossível voltar, que:
- tentem viver os valores e detalhes que os levaram a apaixonar-se: uma ligação surpresa, enviar flores, cozinhar o prato favorito do outro, etc;
- evitem a influência de estranhos e más companhias, não façam coisas boas que parecem ruins, nem coisas que não gostariam que lhes fizessem;
- evitem passar tempo desnecessário ou ficar a sós com pessoas do sexo oposto. Não compartilhem segredos sobre o casamento sem que o cônjuge esteja de acordo. A infidelidade pode começar como uma relação “inocente”;
- A rotina e o costume esfriam os relacionamentos. Cuidem da chama do amor com detalhes que façam o seu cônjuge sentir-se amado;
- mantenham vivo o entusiasmo, falem dos melhores momentos juntos, pois recordá-los reaviva o amor e dá-lhes uma identidade como casal;
- a paixão começa muitas vezes com o que se vê; esforcem-se por manter uma boa aparência, para que os olhares não se dirijam para outra direção.
As finanças podem ser uma causa de tensão no casamento, desgastando a relação. Por isso, precisam de ser tratadas com prudência:
- sejam sinceros sobre os rendimentos e tomem decisões juntos;
- exponham as necessidades e gostos, procurando que as decisões combinadas sejam para o benefício do casal;
- ainda que as contribuições de cada um não sejam iguais, ambos precisam de ter a mesma capacidade de dispor dos recursos;
- tentem planear os gastos e ajustá-los aos rendimentos, a fim de ter um equilíbrio económico que não leve a conflitos.
Uma boa comunicação é a maior necessidade do casamento, já que a maioria das crises começa quando o diálogo deixa de existir:
- dediquem tempo a escutar-se um ao outro e valorizem os sentimentos. Quando estão juntos, tentem deixar de lado o trabalho, telefone, jornal, televisão, etc. Olhem nos olhos um do outro;
- falem sempre com verdade, procurando não cair na agressão;
- eliminem as palavras “sempre” e “nunca” do seu vocabulário, pois geralmente são usadas para reprovar e tornam-se destrutivas na comunicação;
- não culpem o outro sem o ter escutado, não lhe recordem fatos negativos, livrem-se de rancores e ofereçam à relação coisas que possam desfrutar juntos;
- aprendam a dizer “eu” ao invés de “tu”, porque um dos principais motivos de discussão é culpar o outro por causa de emoções ou sentimentos próprios.
Nesta batalha em defesa do casamento, o mais importante é fortalecer a relação dos esposos com Deus, que é o melhor escudo e a melhor espada para lutar contra o inimigo.
- tentem viver os valores e detalhes que os levaram a apaixonar-se: uma ligação surpresa, enviar flores, cozinhar o prato favorito do outro, etc;
- evitem a influência de estranhos e más companhias, não façam coisas boas que parecem ruins, nem coisas que não gostariam que lhes fizessem;
- evitem passar tempo desnecessário ou ficar a sós com pessoas do sexo oposto. Não compartilhem segredos sobre o casamento sem que o cônjuge esteja de acordo. A infidelidade pode começar como uma relação “inocente”;
- A rotina e o costume esfriam os relacionamentos. Cuidem da chama do amor com detalhes que façam o seu cônjuge sentir-se amado;
- mantenham vivo o entusiasmo, falem dos melhores momentos juntos, pois recordá-los reaviva o amor e dá-lhes uma identidade como casal;
- a paixão começa muitas vezes com o que se vê; esforcem-se por manter uma boa aparência, para que os olhares não se dirijam para outra direção.
As finanças podem ser uma causa de tensão no casamento, desgastando a relação. Por isso, precisam de ser tratadas com prudência:
- sejam sinceros sobre os rendimentos e tomem decisões juntos;
- exponham as necessidades e gostos, procurando que as decisões combinadas sejam para o benefício do casal;
- ainda que as contribuições de cada um não sejam iguais, ambos precisam de ter a mesma capacidade de dispor dos recursos;
- tentem planear os gastos e ajustá-los aos rendimentos, a fim de ter um equilíbrio económico que não leve a conflitos.
Uma boa comunicação é a maior necessidade do casamento, já que a maioria das crises começa quando o diálogo deixa de existir:
- dediquem tempo a escutar-se um ao outro e valorizem os sentimentos. Quando estão juntos, tentem deixar de lado o trabalho, telefone, jornal, televisão, etc. Olhem nos olhos um do outro;
- falem sempre com verdade, procurando não cair na agressão;
- eliminem as palavras “sempre” e “nunca” do seu vocabulário, pois geralmente são usadas para reprovar e tornam-se destrutivas na comunicação;
- não culpem o outro sem o ter escutado, não lhe recordem fatos negativos, livrem-se de rancores e ofereçam à relação coisas que possam desfrutar juntos;
- aprendam a dizer “eu” ao invés de “tu”, porque um dos principais motivos de discussão é culpar o outro por causa de emoções ou sentimentos próprios.
Nesta batalha em defesa do casamento, o mais importante é fortalecer a relação dos esposos com Deus, que é o melhor escudo e a melhor espada para lutar contra o inimigo.
In Aleteia (modificado)
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